Archive for PM


agosto 7, 2008

Essa dica vai para as mamães!!!

Que tal uma boa leitura para vocês???????

Uma boa pedia é ” Amor em mnúscula”

Aqui vai um resuminho para vocês:
Na última noite do ano, Samuel, um professor, tem a certeza de que os 365 dias seguintes não serão muito diferentes daqueles que passaram – milhares de provas a corrigir e aulas a preparar. Em sua rotina, a atividade mais emocionante é a ida ao supermercado. No entanto, para não romper com a tradição, Samuel não se opõe às usuais 12 uvas e à taça de champanhe para celebrar o ano-novo. Na manhã do novo ano, ao se levantar bem cedo, o professor está convencido de que nada de insólito irá lhe acontecer. No entanto, um estranho ruído o leva até a entrada do apartamento. Ali, à soleira da porta, encontra-se um pequeno visitante. Com menos de um palmo de altura e dono de pêlos tigrados, um gato saúda com um miado musical o novo amigo. Porém, o que Samuel não imaginava era que aquela visita seria o começo de uma incrível transformação em sua vida. Disposto a não abandonar o novo dono, Mishima (nome recebido em homenagem a um velho escritor japonês) leva Samuel a conhecer Titus, vizinho com quem jamais trocara palavra, e o enigmático Valdemar. Desses dois encontros nasce uma curiosa e terna amizade que, como num passe de mágica, é responsável pelo reencontro do solitário professor com a misteriosa Gabriela… depois de trinta anos. Pela primeira vez em sua vida, Samuel tem a oportunidade de viver intensamente os pequenos acontecimentos cotidianos. Escrito pelo espanhol Francesc Miralles, Amor em minúscula é uma delicada e terna história de amor e amizade, que vai comover o leitor e revelar os pequenos segredos de uma vida plena.

Pinóquio
agosto 5, 2008

Era uma vez um velho carpinteiro chamado Gepeto. Ele não tinha filhos, desta forma passava seu tempo construindo bonecos. Um dia, Gepeto construiu um boneco de madeira muito bonito, e colocou o nome de Pinóquio. À noite, pediu para as estrelas que seu boneco virasse um menino de verdade.
Enquanto Gepeto dormia, Pinóquio recebeu a visita da fada Azul. Ela deu vida ao boneco e prometeu que se ele se comportasse bem, o transformaria em um menino de verdade.


A Fada fez questão de criar uma amigo para Pinóquio, o Grilo Falante que foi nomeado a consciência de Pinóquio. Na manha seguinte, quando Gepeto acordou, ficou radiante de alegria, e matriculou Pinóquio em uma escola.

No seu primeiro dia de aula, Pinóquio encontrou pelo caminho João Honeto e Gedeão. Eles o convenceram a conhecer a Ilha de Prazeres, onde ninguém trabalhava.
Pinóquio, que gostava de aventuras, esqueceu que deveria consultar sua consciência. Seguiram a viagem em uma carroça que era puxada por burrinhos, muito infelizes. Quando chegaram, Pinóquio saiu correndo, para conhecer a ilha. Era tudo muito bonito, cheio de doces e brinquedos
Ele estava brincando, quando percebeu que estavam crescendo orelhas e rabo de burro em seu corpo. Ficou muito assustado e chamou pelo Grilo Falante. O Grilo perguntou a Pinóquio o que estava fazendo na ilha, ele começou a mentir, e a cada mentira seu nariz crescia. O Grilo não sabia como ajudar seu amigo.

 

Os dois descobriram que as crianças que vinham para aquele lugar eram transformadas em burrinhos. Resolveram pedir ajuda para a Fada Azul, que tirou todas as crianças da ilha. Quando voltou para casa, Pinóquio não encontrou Gepeto. Estava procurando em uma praia, quando encontrou uma garrafa com uma carta dentro. A carta dizia que Gepeto estava procurando Pinóquio no mar, quando foi engolido por uma grande baleia chamada Monstro.

Pinóquio entrou no mar para procurar seu pai. Perguntava a todos os peixinhos que encontrava, se conheciam a baleia Monstro.
De repente ele foi engolido pela baleia, sem que percebesse o que estava acontecendo. Dentro da barriga dela, encontrou o barco de Gepeto, e os dois se abraçaram de alegria. Logo depois chegou o grilo, e os três juntos tiveram a idéia de fazer uma fogueira na barriga da baleia. A baleia espirrou forte, por causa da fumaça, jogando os três para fora.
 
Chegando em casa, a Fada Azul já esperava por eles. Como recompensa pela valentia e lealdade de Pinóquio, ela transformou o boneco em um menino de verdade.

A Bela e a Fera
julho 24, 2008

 

 Oi pessoal,

Divirta-se vendo o vídeo da Bela e a Fera, cante junto e depois é só colorir!

Para você pintar igual, Lembre-se de prestar atenção nas cores do vídeo. Se quiser você pode inventar novas cores. Você decide.

Boa diversão. 

 

Sentimentos são
Fáceis de mudar
Mesmo entre quem
Não vê que alguém
Pode ser seu par

Basta um olhar
Que o outro não espera
Para assustar e até perturbar
Mesmo a bela e a fera

Sentimento assim
Sempre é uma surpresa
Quando ele vêm
Nada o detém
É uma chama acesa

Sentimentos vêm
Para nos trazer
Novas sensações
Doces emoções
E um novo prazer

Em uma estação
Como a primavera
Sentimentos são
Como uma canção
Para a bela e a fera

Como uma canção
Para a bela e a fera

 

 

 

 

Não deixe de ver:

 

Descubra os 7 erros

Brincar é aprender – brincar e aprender

Ajudando o Zé Lelé e a Magali.

 

 

O Patinho Feio
julho 18, 2008

Era uma vez …

Uma patinha que teve quatro patinhos muito lindos, porém quando nasceu o último, a patinha exclamou espantada:
- Meu Deus, que patinho tão feio!

Quando a mãe pata nadava com os filhos, todos os animais da quinta olhavam para eles:
- Que pato tão grande e tão feio!
Os irmãos tinham vergonha dele e gritavam-lhe:
- Vai-te embora porque é por tua causa que toda a gente está a olhar para nós!

Afastou-se tanto que deu por si na outra margem. De repente, ouviram-se uns tiros. O Patinho Feio observou como um bando de gansos se lançava em voo. O cão dos caçadores persegui-o furioso.

Conseguiu escapar do cão mas não tinha para onde ir, não deixava de andar. Finalmente o Inverno chegou. Os animais do bosque olhavam para ele cheios de pena.
- Onde é que irá o Patinho Feio com este frio? Não parava de nevar. Escondeu-se debaixo de uns troncos e foi ali que uma velhinha com um cãozinho o encontrou.
- Pobrezinho! Tão feio e tão magrinho!
E levou-o para casa.

Lá em casa, trataram muito bem dele. Todos, menos um gatinho cheio de ciúmes, que pensava: “Desde que este patucho está aqui, ninguém me liga”.

Voltou a Primavera. A velha cansou-se dele, porque não servia para nada: não punha ovos e além disso comia muito, porque estava a ficar muito grande.
O gato então aproveitou a ocasião.
- Vai-te embora! Não serves para nada!

A nadar chegou a um lago em que passeavam dois belos cisnes que olhavam para ele. O Patinho Feio pensou que o iriam enxotar. Muito assustado, ia esconder a cabeça entre as asas quando, ao ver-se reflectido na água, viu, nada mais nada menos, do que um belo cisne que não era outro senão ele próprio.

Os cisnes desataram a voar e o Patinho Feio fugiu atrás deles.
Quando passou por cima da sua antiga quinta, os patinhos, seus irmãos, olharam para eles e exclamaram:
- Que cisnes tão lindos!

Veja outras postagens

Abracem a causa!

Olá!

Gabriela e a Titia

Os Três Porquinhos

Olá!
maio 21, 2008

Olá!

Hoje eu coloquei um link de um jogo muito bacana, é só clicar aqui em baixo. Se não abrir na página do jogo é só se cadastrar, é de graça. Clique em jogos educativos – educação infantil. Vale a pena.

Abraços e boa diversão no feriado!

 

 

EDUCAÇÃO 24 HORAS

 

Gabriela e a Titia
maio 14, 2008

Gabriela menina.
Gabriela levada…
Ô menina encapetada!

Gabriela foi passear com a titia.
A titia de Gabriela é engraçada,
gorducha, tagarela. Mas Gabriela não
gosta muito de conversa fiada.
E a titia fala pelos cotovelos…

Titia pára para falar com o peixeiro:
- Bom dia, seu Monteiro!
Que dia lindo, não é?
E patati, patatá…patati, patatá…
A titia não pára de falar…

A titia pára para falar com o padeiro:
- Bom dia, seu Zé Maria! O pão está fresquinho?
O pão está quentinho?
E patati, patatá…Patati, patatá…
A titia não pára de falar.
A titia pára para falar com a florista:
- Bom dia, dona Margarida! Como a loja está
florida! Gabriela só fica olhando…
se aborrecendo…enjoando…
E a titia falando!

Mas nesse dia…
Lá vão Gabriela e a titia.
E encontram uma coisa diferente, interessante realmente!
Um realejo! Desses que tocam umas musiquinhas do tempo do onça, com um macaquinho
engraçado que faz caretas e pede esmolas com
um gorro na mão.
Gabriela ficou encantada!

Mas a titia está apressada:
- Vamos embora, menina! Tenho tanto que fazer!
Preciso comprar um fio de linha…
Preciso comprar um alfinete…
Preciso comprar um selo do correio…
E lá vai a titia com a Gabriela pela mão.

A GABRIELA?
Lá se vai a titia com o macaco pela mão!
- Vamos embora, menina! Tenho que
comprar comida para o papagaio!

E Gabriela escapa para o outro lado.
Vai se encontrar com os amigos.
A turma da Gabriela é de amargar:
o Marcelo, a Mariana,
o Caloca, a Luciana,
Geraldinho, Valdemar.

Vamos brincar de esconder?
Gabriela convida.
E a turma toda vai brincar de esconder.

Enquanto isso, lá vai a titia ao bazar do seu
Maluf.
Seu Maluf olha espantado.
Dona Zulmira puxando um macaco pela mão!

Coitada de Dona Zulmira! Está ficando
caduca…” – ele pensa.
- “E o pior é que ela conversa com o macaco”!

A titia é distraída e nem olha para
Gabriela.
“Seu Maluf está esquisito…” – ela pensa…
“Está ficando caduco, coitado!
Olhando pra mim de um jeito gozado…”
Tia Zulmira sai do bazar. Vai pela rua puxando o macaco pela mão.
E o macaco estende pra todo mundo o
Gorrinho. Pedindo um dinheirinho…

As pessoas olham espantadas para a
tia Zulmira. Ela cumprimenta todo
mundo muito séria.
Vai puxando o macaquinho, que vai fazendo caretas pra todo lado.

Gabriela e a turminha já brincaram de tudo.
Já foram ao parque de diversões andar
de roda-gigante, já empinaram papagaio,
já andaram de barco na represa…
Só que começou a escurecer.
Todo mundo correu pra casa pra jantar.

Olhe lá a tia com o macaco pela mão. Já tem
uma porção de gente atrás dela.
E ela nem percebeu! Gabriela chega junto da tia
Zulmira.
Xii! Lá vem o homem do realejo!
Gabriela tira a mão do macaco
da mão da titia. Solta o macaco
e põe a sua mão no lugar.

E a titia? A titia não percebe nada!
A titia não pára de falar:
Patati, patatá! Patati, patatá!

Dona Zulmira levaGabriela para casa:
- Gostou do passeio, minha filha?
- Gostei muito, titia! Você nem pode
imaginar como eu me diverti…
Gabriela menina.
Gabriela levada…
Ô menina encapetada!

 

 

Outras histórias:

Os Três Porquinhos

Cachinhos de Ouro

Muita história pra contar

Homenagem – Dia das Mães
maio 8, 2008

Às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;


Às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez – talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;


Às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;


Às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar…;


Às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho…;


Também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe…e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício…


A todas as Mães, a todas sem exceção, desejo toda a felicidade do mundo, porque vocês merecem.

Mãe, te amo.

 

 

Ainda não sabe o que dar para sua mamãe? Separei algumas dicas:

 
Givenchy
 

 

 

Veja os posts anteriores:

 

Os Três Porquinhos

Cachinhos de Ouro

Muita história pra contar.

 

 

 

 

 

 

Os Três Porquinhos
abril 25, 2008

Numa bonita casa de campo viviam 3 porquinhos:

 

 

Prático, Heitor e Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes e despreocupados no campo.

 

Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.

 

Em casa esperava-os a sua avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos.

 

Um dia, Cícero, o mais pequeno, propôs: «Agora que já somos grandes, podemos construir uma casa só para nós e viver sozinhos! Cada um construirá a sua, a seu gosto.

 

Cícero não se queria cansar muito, pelo que considerou que bastariam uns tantos ramos e um pouco de palha entrançada para construir uma cabaninha fresca e confortável.

 

 

Heitor, pelo contrário, pensou que uma cabana de madeira seria suficientemente confortável e resistente e que não teria de trabalhar demasiado para a construir.

 

 

 

 

Prático queria uma casinha como a da avozinha. Por isso, carregou o carrinho de mão várias vezes com tijolos e cimento e pôs-se a trabalhar com muito afinco.

 

- Assim estarei resguardado do lobo, que de vez em quando sai do bosque.

 

De facto, veio o lobo e bateu na casinha de palha: Truz! Truz! Truz!

 

- Quem é? – perguntou a avozinha do Cícero. – Um amigo… abre!

 

- respondeu o lobo lambendo-se.

 

 

- Não! És o lobo mau e não te vou abrir a porta!

 

- Ai sim?! – Rosnou o lobo rangendo os dentes.

 

- Vê então como abro a tua porta! – E de um sopro varreu a cabaninha fazendo

rolar para bem longe o porquinho.

 

Enquanto Cícero escapava, o lobo foi bater à porta do Heitor:

 

- Abre, não te farei mal!

 

Heitor também não quis abrir, mas um par de sopros foram suficientes para destruir a sua casinha.

 

Muito esfomeado, o lobo bateu à porta da casa do Prático.

 

- Vai-te embora, lobão! – Respondeu-lhe o porquinho.

 

Desta vez, o lobo soprou e soprou muitas vezes, mas a casinha, construída com cimento e tijolos era demasiado sólida até para ele.

 

Por fim, o lobo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando:

 

- Por agora, deixo-te… mas depressa voltarei!

 

E vou-te comer de uma só vez.

 

 

Quando se fez noite o lobo voltou. Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até ao telhado da casa.

 

Enquanto se metia pela chaminé, o lobo lambia-se já pensando no jantar à base de porquinho assado. Mas Prático, que tinha uma panela de sopa ao lume, atiçou a chama com toda a lenha que tinha.

 

O lobo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua cauda que começava a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.

 

No dia seguinte, enquanto o pobre lobo, com a cauda entre as patas, continuava a fugir para o mais longe possível, a povoação celebrava a valentia do porquinho sábio e o retorno à tranquilidade.

 

 

 

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Não deixe de ver:

 

Cachinhos de Ouro 

Muita história pra contar. 

Histórinha de hoje: Bom Dia, Todas as Cores!  

 

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Cachinhos de Ouro
abril 10, 2008

 

 

Cachinhos de Ouro

 

 

Era uma uma linda menina chamada Cachinhos de Ouro. Ela era muito curiosa. Costumava mexer em tudo que via pela frente. Certo dia, a menina passeava pelo bosque, quando avistou uma bela casinha.

 

Entrou algo lhe chamou a atenção. Alguns objetos eram muito grandes, enquanto outros eram médios ou ainda pequeninos como ela.

 

Como tinha a mania de olhar e mexer em tudo, a menina foi à sala, onde encontrou novas surpresas:

 

- Por que há uma cadeira grande, uma média e uma pequena? – indagou a curiosa.

 

Sentou na cadeira pequenina:

 

- Desta eu gostei! – exclamou a menina, que de tanto mexer na cadeirinha, quebou a coitadinha.

 

Chegando à cozinha, cachinhos de ouro encontrou três pratos cheios de mingau de mel.

 

- Oba, comida! Este passeio está me deixando com uma fome…

 

Provou tanto do prato pequenino. Estava do jeitinho que ela queria. Então, ela comeu todo aquele delicioso mingau.

 

- Vou dormir. – resolveu a menina.

 

Quando o papai urso, a mamãe ursa e o seu filhinho chegaram em casa, uma desagradável surpresa os esperava:

 

Alguém entrou aqui e mexeu em tudo.

 

- Afirmou o papai.

 

- E quebraram minha cadeirinha!

 

- Choramingou o pequenino ursinho.

 

Chegando a cozinha, a família percebeu que alguém havia comido o mingau:

 

- Não deixaram nadinha. – lamentou o filhote.

 

Quando subiram as escadas e foram ao quarto, mais surpresas;

 

- Silêncio! Na minha cama há uma garotinha, que ainda está dormindo. – observou o ursinho.

 

Cachinhos de ouro despertou com aquele falatório e, assustada, saiu em disparada. Ela nem ao menos se desculpou pelas travessuras ou agradeceu pela comida. Mas de uma coisa sabemos, a pequena menina aprendeu a lição e deixou de ser curiosa.

 

 

Curiosidades

“Cachinhos dourados e os Três Ursos” é uma história muito popular no mundo inteiro, teve sua origem no folclore europeu. Sua primeira versão publicada, ocorreu em 1837 pelo poeta Robert Southey em seu livro “ Os Doutores”. Nesta, os três ursos têm a casa invadida por uma senhora, e não por Cachinhos Dourados. Desde então, a história ganhou inúmeras versões, sendo as mais conhecidas, as protagonizadas por uma menina de cachinhos dourados. .

 

 

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A Pequena Vendedora de Fósforos – Hans Christian Andersen

 

Muita história pra contar.

 

Chapeuzinho Vermelho

 

 

 

 

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abril 8, 2008

  

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