Archive for the ‘historias infantis’ Category

A Bela e a Fera
julho 24, 2008

 

 Oi pessoal,

Divirta-se vendo o vídeo da Bela e a Fera, cante junto e depois é só colorir!

Para você pintar igual, Lembre-se de prestar atenção nas cores do vídeo. Se quiser você pode inventar novas cores. Você decide.

Boa diversão. 

 

Sentimentos são
Fáceis de mudar
Mesmo entre quem
Não vê que alguém
Pode ser seu par

Basta um olhar
Que o outro não espera
Para assustar e até perturbar
Mesmo a bela e a fera

Sentimento assim
Sempre é uma surpresa
Quando ele vêm
Nada o detém
É uma chama acesa

Sentimentos vêm
Para nos trazer
Novas sensações
Doces emoções
E um novo prazer

Em uma estação
Como a primavera
Sentimentos são
Como uma canção
Para a bela e a fera

Como uma canção
Para a bela e a fera

 

 

 

 

Não deixe de ver:

 

Descubra os 7 erros

Brincar é aprender – brincar e aprender

Ajudando o Zé Lelé e a Magali.

 

 

O Patinho Feio
julho 18, 2008

Era uma vez …

Uma patinha que teve quatro patinhos muito lindos, porém quando nasceu o último, a patinha exclamou espantada:
– Meu Deus, que patinho tão feio!

Quando a mãe pata nadava com os filhos, todos os animais da quinta olhavam para eles:
– Que pato tão grande e tão feio!
Os irmãos tinham vergonha dele e gritavam-lhe:
– Vai-te embora porque é por tua causa que toda a gente está a olhar para nós!

Afastou-se tanto que deu por si na outra margem. De repente, ouviram-se uns tiros. O Patinho Feio observou como um bando de gansos se lançava em voo. O cão dos caçadores persegui-o furioso.

Conseguiu escapar do cão mas não tinha para onde ir, não deixava de andar. Finalmente o Inverno chegou. Os animais do bosque olhavam para ele cheios de pena.
– Onde é que irá o Patinho Feio com este frio? Não parava de nevar. Escondeu-se debaixo de uns troncos e foi ali que uma velhinha com um cãozinho o encontrou.
– Pobrezinho! Tão feio e tão magrinho!
E levou-o para casa.

Lá em casa, trataram muito bem dele. Todos, menos um gatinho cheio de ciúmes, que pensava: “Desde que este patucho está aqui, ninguém me liga”.

Voltou a Primavera. A velha cansou-se dele, porque não servia para nada: não punha ovos e além disso comia muito, porque estava a ficar muito grande.
O gato então aproveitou a ocasião.
– Vai-te embora! Não serves para nada!

A nadar chegou a um lago em que passeavam dois belos cisnes que olhavam para ele. O Patinho Feio pensou que o iriam enxotar. Muito assustado, ia esconder a cabeça entre as asas quando, ao ver-se reflectido na água, viu, nada mais nada menos, do que um belo cisne que não era outro senão ele próprio.

Os cisnes desataram a voar e o Patinho Feio fugiu atrás deles.
Quando passou por cima da sua antiga quinta, os patinhos, seus irmãos, olharam para eles e exclamaram:
– Que cisnes tão lindos!

Veja outras postagens

Abracem a causa!

Olá!

Gabriela e a Titia

Os Três Porquinhos

Olá!
maio 21, 2008

Olá!

Hoje eu coloquei um link de um jogo muito bacana, é só clicar aqui em baixo. Se não abrir na página do jogo é só se cadastrar, é de graça. Clique em jogos educativos – educação infantil. Vale a pena.

Abraços e boa diversão no feriado!

 

 

EDUCAÇÃO 24 HORAS

 

Gabriela e a Titia
maio 14, 2008

Gabriela menina.
Gabriela levada…
Ô menina encapetada!

Gabriela foi passear com a titia.
A titia de Gabriela é engraçada,
gorducha, tagarela. Mas Gabriela não
gosta muito de conversa fiada.
E a titia fala pelos cotovelos…

Titia pára para falar com o peixeiro:
– Bom dia, seu Monteiro!
Que dia lindo, não é?
E patati, patatá…patati, patatá…
A titia não pára de falar…

A titia pára para falar com o padeiro:
– Bom dia, seu Zé Maria! O pão está fresquinho?
O pão está quentinho?
E patati, patatá…Patati, patatá…
A titia não pára de falar.
A titia pára para falar com a florista:
– Bom dia, dona Margarida! Como a loja está
florida! Gabriela só fica olhando…
se aborrecendo…enjoando…
E a titia falando!

Mas nesse dia…
Lá vão Gabriela e a titia.
E encontram uma coisa diferente, interessante realmente!
Um realejo! Desses que tocam umas musiquinhas do tempo do onça, com um macaquinho
engraçado que faz caretas e pede esmolas com
um gorro na mão.
Gabriela ficou encantada!

Mas a titia está apressada:
– Vamos embora, menina! Tenho tanto que fazer!
Preciso comprar um fio de linha…
Preciso comprar um alfinete…
Preciso comprar um selo do correio…
E lá vai a titia com a Gabriela pela mão.

A GABRIELA?
Lá se vai a titia com o macaco pela mão!
– Vamos embora, menina! Tenho que
comprar comida para o papagaio!

E Gabriela escapa para o outro lado.
Vai se encontrar com os amigos.
A turma da Gabriela é de amargar:
o Marcelo, a Mariana,
o Caloca, a Luciana,
Geraldinho, Valdemar.

Vamos brincar de esconder?
Gabriela convida.
E a turma toda vai brincar de esconder.

Enquanto isso, lá vai a titia ao bazar do seu
Maluf.
Seu Maluf olha espantado.
Dona Zulmira puxando um macaco pela mão!

Coitada de Dona Zulmira! Está ficando
caduca…” – ele pensa.
– “E o pior é que ela conversa com o macaco”!

A titia é distraída e nem olha para
Gabriela.
“Seu Maluf está esquisito…” – ela pensa…
“Está ficando caduco, coitado!
Olhando pra mim de um jeito gozado…”
Tia Zulmira sai do bazar. Vai pela rua puxando o macaco pela mão.
E o macaco estende pra todo mundo o
Gorrinho. Pedindo um dinheirinho…

As pessoas olham espantadas para a
tia Zulmira. Ela cumprimenta todo
mundo muito séria.
Vai puxando o macaquinho, que vai fazendo caretas pra todo lado.

Gabriela e a turminha já brincaram de tudo.
Já foram ao parque de diversões andar
de roda-gigante, já empinaram papagaio,
já andaram de barco na represa…
Só que começou a escurecer.
Todo mundo correu pra casa pra jantar.

Olhe lá a tia com o macaco pela mão. Já tem
uma porção de gente atrás dela.
E ela nem percebeu! Gabriela chega junto da tia
Zulmira.
Xii! Lá vem o homem do realejo!
Gabriela tira a mão do macaco
da mão da titia. Solta o macaco
e põe a sua mão no lugar.

E a titia? A titia não percebe nada!
A titia não pára de falar:
Patati, patatá! Patati, patatá!

Dona Zulmira levaGabriela para casa:
– Gostou do passeio, minha filha?
– Gostei muito, titia! Você nem pode
imaginar como eu me diverti…
Gabriela menina.
Gabriela levada…
Ô menina encapetada!

 

 

Outras histórias:

Os Três Porquinhos

Cachinhos de Ouro

Muita história pra contar

Muita história pra contar.
abril 8, 2008

  

Olá pessoal!

Esse site é muito bacana, se vocês quiserem ler as histórinhas animadas é só clicar nessa imagem abaixo. São muitas histórias divertidas e educativas. Se a página não abrir automaticamente é só se cadastrar que é de graça!

Até mais!

 

Tirinhas da Turma da Mônica
março 27, 2008

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A Pequena Vendedora de Fósforos – Hans Christian Andersen
março 25, 2008

A Pequena Vendedora de Fósforos

(Por Hans Christian Andersen 

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Fazia um frio atroz. Caía a neve. A noite descia – a última noite do ano.
No frio, no escuro, uma pobre menininha, de pés no chão e cabeça descoberta, caminhava pelas ruas.
Quando saiu de casa decerto trazia chinelos; mas de que adiantavam? Eram uns chinelos enormes, e viviam saindo dos pés. Por isso mesmo a menininha os perdera quando escorregara na estrada, quando uma carruagem conduzida por um cocheiro malcriado passou apressada, sacolejando.
E então a menininha caminhava de pés nus, já roxos de frio.
Dentro de um velho avental carregava algumas caixas de fósforos, e um feixinho deles na mão. Não conseguira vender um fósforo sequer naquele dia, por isso estava sem um níquel.
Tremendo de frio e fome, lá ia quase de rastos a pobre menina, verdadeira imagem da miséria!
Os flocos de neve lhe cobriam os longos cabelos , que lhe caíam sobre o pescoço em lindos cachos; mas agora ela não pensava nisso.
Luzes brilhavam em todas as janelas, e enchia o ar um delicioso cheiro de ganso assado, pois era véspera de Ano-Novo.
Sim: nisso ela pensava!
Numa esquina formada por duas casas, uma das quais avançava mais que a outra, a menininha ficou sentada; levantara os pés, mas sentia um frio ainda maior.
Não ousava voltar para casa sem vender sequer um fósforo e, portanto sem levar um único tostão. O pai naturalmente a espancaria e, além disso, em casa fazia frio, pois nada tinham como abrigo, exceto um telhado onde o vento assobiava através das frinchas maiores, tapadas com palha e trapos.

Suas mãozinhas estavam duras de frio.
Ah! bem que um fósforo lhe faria bem, se ela pudesse tirar só um do embrulho, riscá-lo na parede e aquecer as mãos à sua luz!
Tirou um: trec! O fósforo lançou faíscas, acendeu-se.
Era uma cálida chama luminosa; parecia uma vela pequenina quando ela o abrigou na mão em concha…
Que luz maravilhosa!

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Na realidade parecia à menininha que ela estava sentada diante de um grande fogão polido, com lustrosa base de cobre, assim como a coifa.
Como o fogo ardia! Como era confortável!
Mas a pequenina chama se apagou, o fogão desapareceu, e ficaram-lhe na mão apenas os restos do fósforo queimado.

Riscou um segundo.
Ele ardeu, e quando a sua luz caiu em cheio na parede ela se tornou transparente como um véu de gaze, e a menininha pôde enxergar a sala do outro lado.
Na mesa se estendia uma toalha branca como a neve,
e sobre ela havia um brilhante serviço de jantar.
O ganso assado fumegava maravilhosamente, recheado de maçãs e ameixas pretas. Ainda mais maravilhoso era ver o ganso saltar da travessa e sair bamboleando em sua direção, com a faca e o garfo espetados no peito! Então o fósforo se apagou, deixando à sua frente apenas a parede áspera, úmida e fria. Acendeu outro fósforo, e se viu sentada debaixo de uma linda árvore de Natal. Era maior e mais enfeitada do que a árvore que tinha visto pela porta de vidro do rico negociante. Milhares de velas ardiam nos verdes ramos, e cartões coloridos, iguais aos que se vêem nas papelarias, estavam voltados para ela. A menininha espichou a mão para os cartões, mas nisso o fósforo apagou-se. As luzes do Natal subiam mais altas. Ela as via como se fossem estrelas no céu: uma delas caiu, formando um longo rastilho de fogo.

“Alguém está morrendo”, pensou a menininha, pois sua vovozinha, a única pessoa que amara e que agora estava morta, lhe dissera que quando uma estrela cala, uma alma subia para Deus.

Ela riscou outro fósforo na parede; ele se acendeu e, à sua luz, a avozinha da menina apareceu clara e luminosa, muito linda e terna.

– Vovó! – exclamou a criança.
– Oh! leva-me contigo!
Sei que desaparecerás quando o fósforo se apagar!
Dissipar-te-ás, como as cálidas chamas do fogo, a comida fumegante e a grande e maravilhosa árvore de Natal!

E rapidamente acendeu todo o feixe de fósforos, pois queria reter diante da vista sua querida vovó. E os fósforos brilhavam com tanto fulgor que iluminavam mais que a luz do dia. Sua avó nunca lhe parecera grande e tão bela. Tornou a menininha nos braços, e ambas voaram em luminosidade e alegria acima da terra, subindo cada vez mais alto para onde não havia frio nem fome nem preocupações – subindo para Deus.

Mas na esquina das duas casas, encostada na parede, ficou sentada a pobre menininha de rosadas faces e boca sorridente, que a morte enregelara na derradeira noite do ano velho.
O sol do novo ano se levantou sobre um pequeno cadáver.
A criança lá ficou, inteiriçada, um feixe inteiro de fósforos queimados.

– Queria aquecer-se – diziam os passantes.

E ninguém imaginava como era belo o que estavam vendo, nem a glória para onde ela se fora com a avó, no dia do Ano­ Novo.

História da Páscoa
março 20, 2008

Já que estamos no feriado descubra as origens do termo a Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e dos ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos.

(mais…)

Chapeuzinho Vermelho
março 18, 2008

Chapeuzinho Vermelho

 

Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapéus e capas desta cor. Um dia, sua mãe pediu:

 

– Querida, sua avó está doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pãezinhos e frutas que estão na cestinha. Você poderia levar à casa dela?

 

– Claro, mamãe. A casa da vovó é bem pertinho!

 

– Mas, tome muito cuidado. Não converse com estranhos, não diga para onde vai, nem pare para nada. Vá pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobo muito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por lá.

 

– Está bem, mamãe, vou pela estrada do rio, e faço tudo direitinho! 

 

E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vovó, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber. 

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Cantando e juntando flores, Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto…

 

 Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau. Levou um susto quando ouviu:

 

– Onde vai, linda menina?

 

– Vou à casa da vovó, que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E você, quem é?

 

O lobo respondeu:

 

– Sou um anjo da floresta, e estou aqui para preteger criancinhas como você.

 

– Ah! Que bom! Minha mãe disse para não conversar com estranhos, e também disse que tem um lobo mau andando por aqui.

 

– Que nada – respondeu o lobo – pode seguir tranqüila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta.

 

 – Muito obrigada, seu anjo. Assim, mamãe nem precisa saber que errei o caminho, sem querer.

 

E o lobo respondeu:

 

– Este será nosso segredo para sempre…

 

E saiu correndo na frente, rindo e pensando:

 

(Aquela idiota não sabe de nada: vou jantar a vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa … Uhmmm! Que delícia!)

 

Chegando à casa da vovó, Chapeuzinho bateu na porta:

 

– Vovó, sou eu, Chapeuzinho Vermelho!

 

– Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre.

 

A menina pensou que a avó estivesse muito doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. E falando com aquela voz tão estranha…

 

Chegou até a cama e viu que a vovó estava mesmo muito doente. Se não fosse a touquinha da vovó, os óculos da vovó, a colcha e a cama da vovó, ela pensaria que nem era a avó dela.

 

– Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mamãe preparou. Quero que fique boa logo, vovó, e volte a ter sua voz de sempre.

 

 – Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarçando a voz de trovão).

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  Chapeuzinho não se conteve de curiosidade, e perguntou:

 

– Vovó, a senhora está tão diferente: por que esses olhos tão grandes?

 

– É prá te olhar melhor, minha netinha.

 

– Mas, vovó, por que esse nariz tão grande?

 

– É prá te cheirar melhor, minha netinha.

 

– Mas, vovó, por que essas mãos tão grandes?

 

– São para te acariciar melhor, minha netinha.

 

(A essa altura, o lobo já estava achando a brincadeira sem graça, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina não parava de perguntar…)

– Mas, vovó, por que essa boca tão grande?

 

– Quer mesmo saber?

 

É prá te comer!!!!

 

– Uai! Socorro! É o lobo!

 

A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrás dela, pertinho, quase conseguindo pegar.

 

Por sorte, um grupo de caçadores ia passando por ali bem na hora, e seus gritos chamaram sua atenção.

 

Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no chão, a um palmo da menina.Todos já iam comemorar, quando Chapeuzinho falou:

 

– Acho que o lobo devorou minha avozinha.

 

– Não se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espécie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver…

 

Com um enorme facão, o caçador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de lá tirou a vovó inteirinha, vivinha.

 

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– Viva! Vovó!

 

E todos comemoraram a liberdade conquistada, até mesmo a vovó, que já não se lembrava mais de estar doente, caiu na farra.

 

 “O lobo mau já morreu. Agora tudo tem festa: posso caçar borboletas, posso brincar na floresta.”

 

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Não deixe de ver:

 

A Pequena Vendedora de Fósforos – Hans Christian Andersen

 

Muita história pra contar.

 

O Negrinho do Pastoreio 
  

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Turma da Mônica!
março 17, 2008

Divirta-se e aprenda com a turminha mais divertida dos quadrinhos!