Pinóquio
agosto 5, 2008

Era uma vez um velho carpinteiro chamado Gepeto. Ele não tinha filhos, desta forma passava seu tempo construindo bonecos. Um dia, Gepeto construiu um boneco de madeira muito bonito, e colocou o nome de Pinóquio. À noite, pediu para as estrelas que seu boneco virasse um menino de verdade.
Enquanto Gepeto dormia, Pinóquio recebeu a visita da fada Azul. Ela deu vida ao boneco e prometeu que se ele se comportasse bem, o transformaria em um menino de verdade.


A Fada fez questão de criar uma amigo para Pinóquio, o Grilo Falante que foi nomeado a consciência de Pinóquio. Na manha seguinte, quando Gepeto acordou, ficou radiante de alegria, e matriculou Pinóquio em uma escola.

No seu primeiro dia de aula, Pinóquio encontrou pelo caminho João Honeto e Gedeão. Eles o convenceram a conhecer a Ilha de Prazeres, onde ninguém trabalhava.
Pinóquio, que gostava de aventuras, esqueceu que deveria consultar sua consciência. Seguiram a viagem em uma carroça que era puxada por burrinhos, muito infelizes. Quando chegaram, Pinóquio saiu correndo, para conhecer a ilha. Era tudo muito bonito, cheio de doces e brinquedos
Ele estava brincando, quando percebeu que estavam crescendo orelhas e rabo de burro em seu corpo. Ficou muito assustado e chamou pelo Grilo Falante. O Grilo perguntou a Pinóquio o que estava fazendo na ilha, ele começou a mentir, e a cada mentira seu nariz crescia. O Grilo não sabia como ajudar seu amigo.

 

Os dois descobriram que as crianças que vinham para aquele lugar eram transformadas em burrinhos. Resolveram pedir ajuda para a Fada Azul, que tirou todas as crianças da ilha. Quando voltou para casa, Pinóquio não encontrou Gepeto. Estava procurando em uma praia, quando encontrou uma garrafa com uma carta dentro. A carta dizia que Gepeto estava procurando Pinóquio no mar, quando foi engolido por uma grande baleia chamada Monstro.

Pinóquio entrou no mar para procurar seu pai. Perguntava a todos os peixinhos que encontrava, se conheciam a baleia Monstro.
De repente ele foi engolido pela baleia, sem que percebesse o que estava acontecendo. Dentro da barriga dela, encontrou o barco de Gepeto, e os dois se abraçaram de alegria. Logo depois chegou o grilo, e os três juntos tiveram a idéia de fazer uma fogueira na barriga da baleia. A baleia espirrou forte, por causa da fumaça, jogando os três para fora.
 
Chegando em casa, a Fada Azul já esperava por eles. Como recompensa pela valentia e lealdade de Pinóquio, ela transformou o boneco em um menino de verdade.

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A Bela e a Fera
julho 24, 2008

 

 Oi pessoal,

Divirta-se vendo o vídeo da Bela e a Fera, cante junto e depois é só colorir!

Para você pintar igual, Lembre-se de prestar atenção nas cores do vídeo. Se quiser você pode inventar novas cores. Você decide.

Boa diversão. 

 

Sentimentos são
Fáceis de mudar
Mesmo entre quem
Não vê que alguém
Pode ser seu par

Basta um olhar
Que o outro não espera
Para assustar e até perturbar
Mesmo a bela e a fera

Sentimento assim
Sempre é uma surpresa
Quando ele vêm
Nada o detém
É uma chama acesa

Sentimentos vêm
Para nos trazer
Novas sensações
Doces emoções
E um novo prazer

Em uma estação
Como a primavera
Sentimentos são
Como uma canção
Para a bela e a fera

Como uma canção
Para a bela e a fera

 

 

 

 

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O Patinho Feio
julho 18, 2008

Era uma vez …

Uma patinha que teve quatro patinhos muito lindos, porém quando nasceu o último, a patinha exclamou espantada:
– Meu Deus, que patinho tão feio!

Quando a mãe pata nadava com os filhos, todos os animais da quinta olhavam para eles:
– Que pato tão grande e tão feio!
Os irmãos tinham vergonha dele e gritavam-lhe:
– Vai-te embora porque é por tua causa que toda a gente está a olhar para nós!

Afastou-se tanto que deu por si na outra margem. De repente, ouviram-se uns tiros. O Patinho Feio observou como um bando de gansos se lançava em voo. O cão dos caçadores persegui-o furioso.

Conseguiu escapar do cão mas não tinha para onde ir, não deixava de andar. Finalmente o Inverno chegou. Os animais do bosque olhavam para ele cheios de pena.
– Onde é que irá o Patinho Feio com este frio? Não parava de nevar. Escondeu-se debaixo de uns troncos e foi ali que uma velhinha com um cãozinho o encontrou.
– Pobrezinho! Tão feio e tão magrinho!
E levou-o para casa.

Lá em casa, trataram muito bem dele. Todos, menos um gatinho cheio de ciúmes, que pensava: “Desde que este patucho está aqui, ninguém me liga”.

Voltou a Primavera. A velha cansou-se dele, porque não servia para nada: não punha ovos e além disso comia muito, porque estava a ficar muito grande.
O gato então aproveitou a ocasião.
– Vai-te embora! Não serves para nada!

A nadar chegou a um lago em que passeavam dois belos cisnes que olhavam para ele. O Patinho Feio pensou que o iriam enxotar. Muito assustado, ia esconder a cabeça entre as asas quando, ao ver-se reflectido na água, viu, nada mais nada menos, do que um belo cisne que não era outro senão ele próprio.

Os cisnes desataram a voar e o Patinho Feio fugiu atrás deles.
Quando passou por cima da sua antiga quinta, os patinhos, seus irmãos, olharam para eles e exclamaram:
– Que cisnes tão lindos!

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Gabriela e a Titia

Os Três Porquinhos