Os Três Porquinhos
abril 25, 2008

Numa bonita casa de campo viviam 3 porquinhos:

 

 

Prático, Heitor e Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes e despreocupados no campo.

 

Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.

 

Em casa esperava-os a sua avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos.

 

Um dia, Cícero, o mais pequeno, propôs: «Agora que já somos grandes, podemos construir uma casa só para nós e viver sozinhos! Cada um construirá a sua, a seu gosto.

 

Cícero não se queria cansar muito, pelo que considerou que bastariam uns tantos ramos e um pouco de palha entrançada para construir uma cabaninha fresca e confortável.

 

 

Heitor, pelo contrário, pensou que uma cabana de madeira seria suficientemente confortável e resistente e que não teria de trabalhar demasiado para a construir.

 

 

 

 

Prático queria uma casinha como a da avozinha. Por isso, carregou o carrinho de mão várias vezes com tijolos e cimento e pôs-se a trabalhar com muito afinco.

 

– Assim estarei resguardado do lobo, que de vez em quando sai do bosque.

 

De facto, veio o lobo e bateu na casinha de palha: Truz! Truz! Truz!

 

– Quem é? – perguntou a avozinha do Cícero. – Um amigo… abre!

 

– respondeu o lobo lambendo-se.

 

 

– Não! És o lobo mau e não te vou abrir a porta!

 

– Ai sim?! – Rosnou o lobo rangendo os dentes.

 

– Vê então como abro a tua porta! – E de um sopro varreu a cabaninha fazendo

rolar para bem longe o porquinho.

 

Enquanto Cícero escapava, o lobo foi bater à porta do Heitor:

 

– Abre, não te farei mal!

 

Heitor também não quis abrir, mas um par de sopros foram suficientes para destruir a sua casinha.

 

Muito esfomeado, o lobo bateu à porta da casa do Prático.

 

– Vai-te embora, lobão! – Respondeu-lhe o porquinho.

 

Desta vez, o lobo soprou e soprou muitas vezes, mas a casinha, construída com cimento e tijolos era demasiado sólida até para ele.

 

Por fim, o lobo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando:

 

– Por agora, deixo-te… mas depressa voltarei!

 

E vou-te comer de uma só vez.

 

 

Quando se fez noite o lobo voltou. Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até ao telhado da casa.

 

Enquanto se metia pela chaminé, o lobo lambia-se já pensando no jantar à base de porquinho assado. Mas Prático, que tinha uma panela de sopa ao lume, atiçou a chama com toda a lenha que tinha.

 

O lobo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua cauda que começava a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.

 

No dia seguinte, enquanto o pobre lobo, com a cauda entre as patas, continuava a fugir para o mais longe possível, a povoação celebrava a valentia do porquinho sábio e o retorno à tranquilidade.

 

 

 

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Não deixe de ver:

 

Cachinhos de Ouro 

Muita história pra contar. 

Histórinha de hoje: Bom Dia, Todas as Cores!  

 

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Cachinhos de Ouro
abril 10, 2008

 

 

Cachinhos de Ouro

 

 

Era uma uma linda menina chamada Cachinhos de Ouro. Ela era muito curiosa. Costumava mexer em tudo que via pela frente. Certo dia, a menina passeava pelo bosque, quando avistou uma bela casinha.

 

Entrou algo lhe chamou a atenção. Alguns objetos eram muito grandes, enquanto outros eram médios ou ainda pequeninos como ela.

 

Como tinha a mania de olhar e mexer em tudo, a menina foi à sala, onde encontrou novas surpresas:

 

– Por que há uma cadeira grande, uma média e uma pequena? – indagou a curiosa.

 

Sentou na cadeira pequenina:

 

– Desta eu gostei! – exclamou a menina, que de tanto mexer na cadeirinha, quebou a coitadinha.

 

Chegando à cozinha, cachinhos de ouro encontrou três pratos cheios de mingau de mel.

 

– Oba, comida! Este passeio está me deixando com uma fome…

 

Provou tanto do prato pequenino. Estava do jeitinho que ela queria. Então, ela comeu todo aquele delicioso mingau.

 

– Vou dormir. – resolveu a menina.

 

Quando o papai urso, a mamãe ursa e o seu filhinho chegaram em casa, uma desagradável surpresa os esperava:

 

Alguém entrou aqui e mexeu em tudo.

 

– Afirmou o papai.

 

– E quebraram minha cadeirinha!

 

– Choramingou o pequenino ursinho.

 

Chegando a cozinha, a família percebeu que alguém havia comido o mingau:

 

– Não deixaram nadinha. – lamentou o filhote.

 

Quando subiram as escadas e foram ao quarto, mais surpresas;

 

– Silêncio! Na minha cama há uma garotinha, que ainda está dormindo. – observou o ursinho.

 

Cachinhos de ouro despertou com aquele falatório e, assustada, saiu em disparada. Ela nem ao menos se desculpou pelas travessuras ou agradeceu pela comida. Mas de uma coisa sabemos, a pequena menina aprendeu a lição e deixou de ser curiosa.

 

 

Curiosidades

“Cachinhos dourados e os Três Ursos” é uma história muito popular no mundo inteiro, teve sua origem no folclore europeu. Sua primeira versão publicada, ocorreu em 1837 pelo poeta Robert Southey em seu livro “ Os Doutores”. Nesta, os três ursos têm a casa invadida por uma senhora, e não por Cachinhos Dourados. Desde então, a história ganhou inúmeras versões, sendo as mais conhecidas, as protagonizadas por uma menina de cachinhos dourados. .

 

 

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A Pequena Vendedora de Fósforos – Hans Christian Andersen

 

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Chapeuzinho Vermelho

 

 

 

 

Turma da Mônica!
março 17, 2008

Divirta-se e aprenda com a turminha mais divertida dos quadrinhos!

A Raposa e as Uvas
março 14, 2008

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Uma Raposa, morta de fome, viu ao passar, penduradas nas grades de uma viçosa videira, alguns cachos de Uvas negras e maduras.

Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.

Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse:

Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio.

Por Esopo

Moral da História:
Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade.